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8 de jan de 2010

Encontros na porteira

"Permita que o medo exista. Há uma coisa importante que precisa ser entendida: quando você abrir espaço para o medo e tremer, observe, aproveite. Ao observar, você irá transcender seu medo, verá que o corpo está tremendo, verá uma mente que está tremendo, mas vai chegar o momento em que você perceberá que há um ponto dentro de você, um centro profundo, que permaneceu intocado. Há uma tempestade passando, mas, em algum lugar, bem no fundo, há em você um centro que permanece intocado: o centro do ciclone."

Retirado do álbum “Invasões Bárbaras” de Andréa Costa (orkut)

Conheci a Andréa na virada do ano de 2009 para 2010, exatamente à 00:00, detalhe: em uma porteira aberta. Isto é muito simbólico!

Eu e meu esposo nos refugiamos em um sítio em Maquiné, na encosta da Reserva da Serra Geral, sem telefone, sem internet, lugar onde corre um rio maravilhoso, que se chove, come as pequenas pontes de cimento que dão acesso à Linha da Encantada onde estávamos, e daí... ficamos ilhados! Mas não foi desta vez. Esta história só nossos amigos, essas figuras aí (nosso par de Ana e Rafael), que podem contar, hehehe.

Mas sobre o encontro com a Andréa e sua amiga Alice está criativamente descrito no blog dela: CoisaMisturada, vale ler, pois retrata o encontro de pessoas que estavam, simplesmente, abertas ao NOVO.

Éramos apenas cinco pessoas, eu, meu esposo (Rafael), Ana Paula Marafigo, Rafael Tusi e Gustavo Tusi, conversávamos tranquilamente, depois da janta, como quem não quer nada. Eu e a Ana já tínhamos até tirado as "charmosas" roupas de Virada de Ano, cores e tal... Heheheh, que loucura, nem havia virado a meia noite ainda.

Não contávamos os minutos, não estávamos anciosos, não escutávamos foguetes, totalmente relaxados e atentos ao que acontecia naquele "exato momento". Quando pára um carro e no escuro da porteira aberta uma mulher diz: "Feliz Novo Ciclo".

Era a Alice, então... acompanhe a história "A terra encantada onde todo mundo é cobra"

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