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15 de ago de 2013

"Quando a mente, aquilo que pensa que tudo está separado, não entra nas relações, a unidade é vista, sem existir "eu" e "tu". Tudo apenas é. Alguns chamam isto de amor.
Assim sendo, não pode haver amor de verdade entre “eu” e “tu”. O paradoxo do amor é que só há amor justamente quando desaparece o “eu” e o “tu”, quando desaparece a relação, quando há unidade. E sempre há unidade… apenas as vezes está encoberta pela sensação de haver dois, criada pela mente.

Quando a "relação" ocorre a partir da unidade, quando o "relacionamento" é uma expressão que brota desde a autenticidade de quem somos de verdade, e não a partir desta pequena identidade chamada “eu”, que se sente separada de tudo e de todos, as "relações" não são mais um meio de buscar preenchimento para algo que se sente que esta faltando.
A partir do verdadeiro ser, este fundamento onde tudo repousa, as "relações" ocorrem livremente sem exigir nada. E é tão íntimo que nem da para dizer mesmo que há relação. É pura celebração."

~ Haroldo Vargas


Fonte: Divina Leela (facebook)

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