Este Espaço tem por objetivo compartilhar leituras, falar de encontros, educação, eco-feminismo, parto humanizado, cultura de paz, espiritualidade, dança... de movimentos que o Universo faz pelos quais nos encontramos.
Seja bem vindo, a entrada é franca e amiga... mas chegue com o coração aberto, senão, de nada vai adiantar estar aqui!

18 de mai. de 2010

KODOISH, KODOISH, KODOISH ADONAI TSEBAYOTH

É um mantra poderosíssimo que expande amor, luz e paz ao cantar ou recitar:

KODOISH, KODOISH, KODOISH ADONAI TSEBAYOTH
(Kodóich, Kodóich, Kodóich Adonói Tsabeyót) 
(Santo, Santo, Santo é o Senhor , Soberano do Universo) 


O mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth une todos os biorritmos do corpo (personalidade encarnada) com os ritmos espirituais do corpo do Eu Superior (Ajustador de Pensamento), de modo que todos os sistemas circulatórios operem como um batimento do coração cósmico.

O mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth deve ser feito para discernir entre as forças celestiais espirituais e as "negativas".
A saudação ativa um padrão de ressonância com o Trono do Pai que as "forças negativas" não conseguem suportar quando cumprimentadas com esta saudação.

Esta saudação é tão forte que as "forças negativas" não conseguem permanecer nem por um lapso de tempo na presença de sua vibração.
O mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth cria distorções temporais-mentais-espirituais dentro de nosso corpo, que nos permitem crescer de um pequeno microcosmo ao nível próximo da Divindade.

O mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth é a chave da transformação e a vibração central coordenando todas as vibrações com o veículo espiritual do Homem.

Fonte: Keys of Enoch* Chaves de Enoch - Dr. J.J. Hurtak

Você tomou a vacina anti - H1N1?

Por Dr. Sérgio Vaisman - Médico, especialista em Cardiologia e Nutrologia e se dedica à prática de Medicina Preventiva. Professor de pós-graduação nas áreas de Bioquímica e Bio-molecular, autor de várias publicações científicas. Profere aulas em Universidades de Portugal e Itália.

 - A polêmica gripe suína ou H1N1 continua provocando pânico em alguns segmentos principalmente após as recomendações oficiais para que a população não deixasse de se vacinar.

Mesmo assim, muitos temem a vacinação principalmente por causa da possibilidade de efeitos colaterais.

* Existe razão para esse temor?

É claro que sim pois todo tipo de vacina, onde um corpo estranho é inoculado no organismo, pode causar reações desde as mais leves, do tipo febril, até complicações mais serias que são, efetivamente mais raras.

Entretanto, não posso deixar de externar uma opinião que me incomoda muito. Nos últimos dias, a imprensa e muitos profissionais de saúde defendem a vacinação anti-H1N1 com ‘unhas e dentes” e tivemos a oportunidade de ouvir opiniões de muitos infectologistas e outros especialistas de renome endossando essa recomendação.

Eles frisaram que a vacina é segura e que pouquíssimos efeitos colaterais poderiam surgir.

Ora, isto todos sabemos! O que realmente queremos saber é se a vacina é EFICAZ mesmo ou, conforme muitas outras autoridades mundiais questionam, não oferecem proteção para os que a tomam.

Um renomado infectologista da Universidade John Hopkins e da Universidade de Yale, Dr. Philip Alcabes, declarou textualmente:

“Houve um tremendo exagero com a ameaça representada pelo vírus H1N1 que acabou como uma espécie de galinha dos ovos de ouro para os fabricantes de vacinas e as empresas farmacêuticas”.

Alem dele, Thomas Jefferson, epidemiologista e Professor de Medicina Preventiva no Royal Defence Medical College em Gosport, Inglaterra afirmou também: “”Há toda uma indústria esperando por uma pandemia ocorrer.

Desta indústria fazem parte a OMS (Organização Mundial de Saúde), os oficiais de saúde pública, virologistas e as companhias farmacêuticas.

Eles contruiram esta máquina ao redor das pandemias iminentes.

E há muito dinheiro envolvido, e influência, e carreiras, e instituições inteiras. E bastou apenas um destes vírus de gripe sofrer mutação para este maquinário todo começar a funcionar.”

“A definição de pandemia foi alterada em Maio de 2009, retirando a parte que se referia a alta mobilidade, grande número de casos graves e mortalidade, de forma que esta nova definição poderia muito bem se encaixar com a gripe sazonal”.

Outro respeitável cientista, Dr. Kent Holtorf, médico com doutorado em medicina pela Universidade de St. Louis e especialista em doencas infecciosas.

“Eu me preocupo mais com a vacina do que com a gripe suína”.
Pois bem, se dermos credito aos que possuem respeitada biografia cientifica, podemos dar razão a todos os que se recusem a tomar a vacina pois uma pergunta pode ser feita sem o menor constrangimento: “Cadê a epidemia?”.

Alguns paises europeus PROIBIRAM a vacinação contra H1N1 porque sabem que a vacina realmente NÃO foi testada rigorosamente pois não daria tempo de faze-lo devido ao tempo exíguo no qual foi fabricada. Para aumentar a efetividade dela, foram adicionadas quantidades de alumínio, mercúrio e outros conservantes químicos que são passiveis de produzirem doenças mais graves nos próximos anos.

Apesar de respeitar as opiniões de colegas que apareceram na mídia para darem seu endosso à vacinação, quero frisar que o meu receio não é o de que ela possa provocar febre reacional ou alguma reação alérgica mas, sim, a médio e longo prazo, efeitos deletérios para o organismo daqueles que a utilizarem.

Sei que alguns me criticarão por ser um mensageiro de catástrofes futuras mas, realmente, não podemos também aceitar as expectativas catastrofistas que não confirmaram as previsões e que não se configurarão, certamente.

Muito mais sábio do que tomar uma vacina de condições não bem conhecidas é a preocupação em se reforçar as defesas do organismo para enfrentar qualquer tipo de doença infecciosa que nos apareça pela frente.

Segundo o Professor Dr. Philip Alcabes, o surto de H1N1 foi bastante pequeno e houve um tremendo exagero com a ameaça representada pelo vírus H1N1 e que “acabou como uma espécie de galinha dos ovos de ouro para os fabricantes de vacinas e as empresas farmacêuticas.

O Dr. Alcabes insistiu em que a gripe suína foi um fiasco antes de que a vacina fosse produzida e, conseqüentemente, fez com que a imunização em massa não fosse mais necessária.

As campanhas só aconteceram, disse ele, porque as empresas farmacêuticas, os políticos e os meios de comunicação induziram o pánico de o H1N1 repetiria a mortal pandemia de gripe de 1918. O especialista disse também que não é claro se a vacina teve qualquer efeito em impedir que o H1N1 se espalhasse.

Desta forma, ficam lançados os tópicos de polêmica para que cada um de nos decida de acordo com a sua consciência.

Fonte web: Medicina da Vida

Prece para a Grande Família

Honrando as nossas relações
(uma antiga oração Mohawk)


A nossa gratidão para a Mãe Terra que navega segura no dia e na noite e para o seu rico, raro e doce solo.
Que seja assim nos nossos pensamentos.

A nossa gratidão para as Plantas, para as folhas de colorido mutante e para as raízes sinuosas que permanecem quietas no vento e na chuva ou dançam na ondulação espiralada das sementes.
Que seja assim nos nossos pensamentos.

Gratidão para o Ar que sustenta a suave andorinha e a silenciosa coruja ao amanhecer de um novo dia, como o sopro das canções e a brisa do claro espírito.
Que seja assim nos nossos pensamentos.

A nossa gratidão para os seres selvagens que são também nossos irmãos, que nos ensinam os mistérios e os caminhos da liberdade e compartilham conosco das suas vidas, com coragem e beleza.
Que seja assim nos nossos pensamentos.

A nossa gratidão para a Água das nuvens, dos lagos, dos rios e das geleiras, cristalizada ou liquefeita, fluindo alegre através de nossos corpos as suas marés salgadas.
Que seja assim nos nossos pensamentos.

A nossa gratidão para o Sol que nos acorda ao amanhecer, luz que pode cegar, brilho que pulsa através dos troncos das árvores, clareia as neblinas e tremeluz nas grutas quentes onde dormem os ursos e as serpentes.
Que seja assim nos nossos pensamentos.

A nossa gratidão ao Grande Céu que guarda em si bilhões de estrelas e que vai além de todos os  pensamentos e poderes e, no entanto, faz parte de nós. Avó Espaço, a Mente é a sua companheira.
Que seja assim nos nossos pensamentos.
(Livro: Magia Xamânica -Derval e Vitória Gramacho - Ed.Madras.)

17 de mai. de 2010

A estória do Boneco de Sal

Nos últimos tempos temos dedicado nossas reflexões quase que exclusivamente às questões ambientais e aos desafios que as mudanças climáticas implicam para o futuro de nossa civilização, para a produção e o consumo. Nem por isso devemos descurar os problemas cotidianos, a construção continuada de nossa identidade e a moldagem de nosso sentido de ser. É uma tarefa nunca terminada. Entre muitas, duas provocações estão sempre presentes e temos que dar conta delas: a aceitação dos próprios limites e a capacidade de desapegar-se.

Todos vivemos dentro de um arranjo existencial que, por sua própria natureza, é limitado em possibilidades e nos impõe barreiras de toda ordem, de lugar, de profissão, de inteligência, de saúde, de economia, de tempo. Há sempre um descompasso entre o desejo e sua realização. E às vezes nos sentimos impotentes face a dados que não podemos mudar como a presença de um esquisofrênico com seus altos e baixos ou um doente terminal. Temos que nos resignar face a esta limitação intransferível. Nem por isso precisamos viver tristes ou impedidos de crescer. Há que ser criativamente resignados. Ao invés de crescer para fora, podemos crescer para dentro na medida em que criamos um centro onde as coisas se unificam e descobrimos como de tudo podemos aprender.

Bem dizia a sabedoria oriental: "se alguém sente profundamente o outro, este o perceberá mesmo que esteja a milhares de quilômetros de distância". Se te modificares em teu centro, nascerá em ti uma fonte de luz que irradiará para os outros.

A outra tarefa da autorealização é a capacidade de desapegar-se. O zenbudismo coloca como teste de maturidade pessoal e liberdade interior a capacidade de desapegar-se e de despedir-se. Se observamos bem, o desapego pertence à lógica da vida: despedimo-nos do ventre materno, em seguida, da meninice, da juventude, da escola, da casa paterna, de parentes e da pessoa amada. Na idade adulta despedimo-nos de trabalhos, de profissões, do vigor do corpo e da lucidez da mente que irrefragavelmente vão se desgastando até despedirmo-nos da própria vida. Nestas despedidas deixamos um pouco de nós mesmos para trás. Qual é o sentido deste lento despedir-se do mundo? Mera fatalidade irreformável da lei universal da entropia? Essa dimensão é irrecusável. Mas será que ela não guarda um sentido existencial, a ser buscado pelo espírito? Se, fenomenologicamente, somos um projeto infinito e um vazio abissal que clama por plenitude, será que esse desapegar-se não significa criar as condições para que um Maior nos venha preencher? Não seria o Supremo Ser, feito de amor e bondade, que nos vai tirando tudo para que possamos ganhar tudo, no além vida, quando nossa busca finalmente descansará? Ao perder, ganhamos e ao esvaziarmo-nos ficamos plenos. Dizem por aí que esta foi a trajetória de Jesus, de Buda, de Francisco de Assis, de Gandhi, de Madre Teresa e de outros. Talvez uma estória dos mestres espirituais antigos nos esclareça o sentido da perda que produz um ganho.


"Era uma vez um boneco de sal. Após peregrinar por terras áridas chegou a descobrir o mar que nunca vira antes e por isso não conseguia comprendê-lo. Perguntou o boneco de sal:" Quem és tu? E o mar respondeu: "eu sou o mar". Tornou o boneco de sal: "Mas que é o mar?" E o mar respondeu: "Sou eu". "Não entendo", disse o boneco de sal. "Mas gostaria muito de compreender-te; como faço"? O mar simplesmente respondeu: "toca-me". Então o boneco de sal, timidamente, tocou o mar com a ponta dos dedos do pé. Percebeu que aquilo começou a ser compreensível. Mas logo se deu conta de que haviam desaparecido as pontas dos pés. "Ó mar, veja o que fizeste comigo"? E o mar respondeu: "Tu deste alguma coisa de ti e eu te dei compreensão; tens que te dares todo para me compreender todo". E o boneco de sal começou a entrar lentamente mar adentro, devagar e solene, como quem vai fazer a coisa mais importante de sua vida. E na medida que ia entrando, ia também se diluindo e compreendendo cada vez mais o mar. E o boneco continuava perguntando: "Que é o mar?". Até que uma onda o cobriu totalmente. Pode ainda dizer, no último momento, antes de diluir-se no mar: "Sou eu". Desapegou-se de tudo e ganhou tudo: o verdadeiro eu.


Leonardo Boff é autor de Tempo de Transcendência, 2009 (Vozes).


Grata a minha amiga Vera Kruger que me colocou em contato com este texto... Não poderia vir em melhor hora, gratidão, gratidão. Estou aos poucos conhecendo o mar... me entregando ao Mistério de ser quem Eu Sou.

11 de mai. de 2010

Quando a gente é jovem sonha em mudar o mundo.
Na maturidade, descobrimos que o mundo não muda.
Então resolvemos transformar nosso país.
Depois de algum esforço a gente entende que isto também é impossível.
No final dos anos procuramos mudar a família, mas eles continuam a ser como são.
Um dia, no leito de morte, descobriremos que a nossa missão será ter mudado a nós mesmos.
Se fizermos isto, somos capazes de transformar nossas famílias.
Então, com um pouco de sorte, esta mudança afetaria meu país e - quem sabe... o Mundo inteiro.

(Epitáfio inscrição tumular de um bispo da Abadia de Westminster, século XII)

9 de mai. de 2010

Doutoras


Certo dia, uma mulher foi renovar a sua carteira de motorista.
Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar.
O funcionário insistiu: "o que eu pergunto é se tem um trabalho."
"Claro que tenho um trabalho", exclamou. "Sou mãe."
"Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.
Uma amiga sua, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.
Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente.
O formulário parecia enorme, interminável.
A primeira pergunta foi: "qual é a sua ocupação?"
Ela pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:
"Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas."
A funcionária fez uma pausa;e ela precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar;
"Posso perguntar, o que é que a senhora faz exatamente?"
Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma explicou: "Desenvolvo um programa à longo prazo, dentro e fora de casa."
Pensando na sua família, ela continuou: "sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas."
À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.
Quando voltou para casa, ela foi recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com 7 e outra com 3. Subindo ao andar de cima da casa, pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz. Feliz, tomou o bebê nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação...
"Mãe, onde está meu sapato? Mãe, me ajuda a fazer a
lição? Mãe, o bebê não pára de chorar. Mãe, você me
busca na escola? Mãe, você vai assistir a minha dança?
Mãe, você compra? Mãe..."
Sentada na cama, pensou: "se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que seriam as avós?"
E logo descobriu um título para elas: doutoras-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas.
As bisavós, doutoras executivas sênior.
As tias, doutoras-assistentes.
E todas as mulheres, mães, esposas, amigas e
companheiras: doutoras na arte de fazer a vida melhor.
Num mundo em que se dá tanta importância aos títulos, em que se exige sempre maior especialização, na área profissional, torne-se um(a) especialista na arte de amar.

Repasse esta mensagem às mulheres da sua vida... Mostre-lhes que sempre existe “um tempinho” no qual você estará pensando nelas.... Envie também aos homens para que valorizem as mulheres de sua vida...

Deixe uma mulher feliz...
Hoje...
E sempre!!!
E principalmente... SEJA FELIZ VOCÊ TAMBÉM!!!

MÃE, VOCÊ MERECE HOMENAGEM TODOS OS DIAS!

Imagem: www.marianadepijamas.com.br

7 de mai. de 2010

Outono

O curso e os ciclos do ano eram festejados pelo homem em épocas mais antigas , quando havia uma ligação maior com os fenômenos e as forças da natureza, quando vigorava uma consciência mais instintiva. O homem foi se tornando mais racional , se separando da natureza que o cerca, e mais inconsciente dos fenômenos naturais. Mas isso não quer dizer que não faça parte de todo o movimento que o cerca e não seja tocado e influenciado por todo o cosmo do qual faz parte.
Neste sentido, o que nos traz o outono?
A exuberância e o calor da natureza que nos cerca no verão encontram-se, no outono, num movimento de recolhimento, o que nos inspira também a um movimento de introspecção, de busca desta luz e calor em nosso interior.

Só saberemos conviver com o que cresce, frutifica, brota, germina, se pudermos conviver com o que se paralisa, atrofia, se mata, decai, a vida que murcha.
Nas épocas em que morre a natureza externa, devemos nos opor a esta consciência natural e desenvolver a força da auto-consciência.

Fonte: Boletim do PHOAMA

Porque trago isso hoje? Porque às vezes deixar cair tudo por terra e confiar na renovação dos ciclos é algo difícil e doloroso para nossa natureza humana. 
Quem me conhece sabe que não costumo comemorar as datas festivas e tradicionais que a maioria das pessoas comemoram, principalmente com aquela intenção comercial que vem junto (ah, isso não mesmo!). Mas vivo estas datas internamente e reconheço-as em diversos momentos do meu ano. Celebro a morte e o renascimento de mim mesma todos os meses, na verdade todo dia, a todo instante isto está acontecendo enquanto inspiro e expiro... fios caem do meu cabelo, células morrem em mim diariamente, eu morro diariamente, mas sempre há algo novo nascendo...então renaço todos os dias.
Mas tem períodos que este processo de morte é doloroooso... como por exemplo, quando precisamos deixar cair máscaras, nos desapegar de lugares, de conceitos antigos e ultrapassados, de pessoas, de espaços conquistados, de projetos gestados, gerados, crescidos e que passam a caminhar sozinhos, hum?! Ou que vieram com um propósito, serviram e se vão... ai dóóói... não conseguimos ser como as árvores no outono... que acolhem o tempo de espera. Isso dá uma insegurança e nos sentimos mais como um banco vazio no outono do que como uma árvore sábia . 


Mas... como diz a música: 

"Eu sou nuvem passageira
Que com o vento se vai
Eu sou como um cristal bonito
Que se quebra quando cai
Não adianta escrever meu nome numa pedra
Pois esta pedra em pó vai se transformar
Você não vê que a vida corre contra o tempo
Sou um castelo de areia na beira do mar"...

E mesmo que tudo se desfaça, continuo sendo areia ... poeira cósmica... poeira estelar... Eu Sou o que Eu Sou... parte da Consciência do grande Arquiteto... e mesmo viajando nesse mundo muito "doido", presa na Roda de Sansara, em constante tranformações e metamorfoses, sei de onde vim e conheço minha essência.

Beijos, estrelinhas do meu céu!

5 de mai. de 2010

Encontro com Pajé Sapaim Kamayurá e Pajé Darshan Jhankri

 
Dia 04 de maio de 2010 recebemos a visita do Pajé Sapaim (Xingu) e do Pajé Darshan (Acre) no CICC PAZ em Esteio. Os Pajés nos contaram um pouco das suas culturas... 
Pajé Sapaim realizou uma Roda de Cura tocando sua flauta e o Pajé Darshan nos agraciou com seu canto e seu violão.

2 de mai. de 2010

"O Sentimento de íntima vinculação com a Natureza e com o próximo é uma experiência suprema que raras vezes temos na vida. Experienciá-la uma só vez permite-nos iniciar uma mudança de atitude em relação a nós mesmos e aos demais. Saber "com certeza" que não somos isolados, mas que participamos do movimento unificante do Cosmos, basta para deslocar a nossa escala de valores. Mas este saber certamente não é um saber intelectual; é um saber mais comovedor e transcendente". (Rolando Toro, 1991)
Se algum artigo neste blog estiver como "autoria desconhecida" e você souber informar, agradeço e farei a devida correção. Solicito também que ao extrair qualquer informação desta página seja adicionada à devida autoria ou endereço: http://pedagogiadoencontro.blogspot.com

Grata pelo Encontro.